A Internet das coisas associada a aplicações, cada vez mais inteligentes, estão a mudar as nossas vidas que estão cada vez mais ligadas ao smartphone .

O rápido desenvolvimento da ciência e tecnologia e sua aplicação ao nosso quotidiano, designadamente nas áreas da nanotecnologia, biotecnologia avançada, novos materiais (e.g. nanomateriais, biomateriais), impressão 3D, internet das coisas, computação em nuvem, robótica, inteligência artificial, realidade aumentada, big data, entre outras, vão alterar os nossos sistemas de produção e de consumo e, consequentemente, a quantidade e o tipo de resíduos que vamos produzir.

Surpreendido com a notícia do público?

A inteligência vai chegar ao nosso caixote do lixo.

Não são apenas os resíduos eléctricos e electrónicos que vão aumentar.

O próprio caixote de lixo será outro: um equipamento electrónico inteligente, com capacidade de identificar o lixo, separá-lo e até… falar connosco.

Antevisão de Graça Martinho, investigadora da FCT Nova

As respostas que se possam antever para estas questões estão intrinsecamente relacionadas com o crescimento demográfico, as disponibilidades e os preços dos recursos naturais, os modelos económicos e as políticas de ambiente que se vierem a implementar, as inovações da ciência e da tecnologia, os padrões de consumo e os estilos de vida da nossa sociedade.

Estes fatores vão condicionar as nossas atitudes e comportamentos face aos resíduos e ditarão a forma como os vamos gerir no futuro.

Atualmente, cada cidadão português produz em média cerca de meia tonelada de resíduos urbanos por ano.

Não descuide estas mudança na tecnologia, afinal elas não estão assim tão longe de se tornarem reais.

Somos pela tecnologia sustentável e amiga do ambiente.

Caso queria orçamento para o desenvolvimento de uma aplicação  mobile, estamos, aqui, à sua disposição.

Caso queira saber mais sobre resíduos ambientais  e ler o artigo completo do Público, p.f. clique aqui   

Obrigado pela sua visita!