Comércio eletrónico  | A Comissão Europeia (CE) apresentou em janeiro deste ano um plano que prevê, entre outras medidas, a facilitação da aquisição, pagamento e expedição de bens através da Internet.   

Segundo dados de Bruxelas, o comércio eletrónico representa atualmente 3,4% das vendas a retalho e menos de 3% da economia da União Europeia, considerando o executivo comunitário haver potencial de crescimento.

De acordo com as estimativas da empresa FTI Consulting, os pequenos retalhistas são responsáveis por 22% das encomendas processadas no contexto do  comércio eletrónico transfronteiras.

Site oleirep1Para tal, a CE planeia desenvolver uma série de iniciativas destinadas a desenvolver o mercado de pagamentos por cartão, Internet ou telefones móveis, assegurando a sua transparência e segurança.

Neste âmbito, o executivo comunitário apresentou hoje um Livro Verde e iniciou um processo de consulta pública com resultados agendados para abril.

Bruxelas quer ainda tornar mais eficiente e acessível a entrega de produtos na Europa, planeando lançar uma consulta pública sobre o tema, cujos resultados serão apresentados no final do ano.

Uma maior transparência por parte dos operadores e uma melhor proteção do consumidor estão também entre os meios através dos quais a CE quer potenciar o comércio eletrónico.

Comércio Electrónico na UE

Segundo dados de Bruxelas, a economia da Internet cria 2,6 postos de trabalho por cada posto de trabalho “fora de linha” que é suprimido e proporciona aos consumidores uma melhor escolha, nomeadamente nas zonas rurais ou isoladas.

Os benefícios decorrentes do facto de os preços praticados em linha serem inferiores e a escolha de produtos disponíveis ser mais ampla, estimam-se em 11,7 mil milhões de euros, o que equivale a 0,12% do PIB europeu.

 O Eurostat estima que mais de um quarto de todas as empresas enviam encomendas para outros países da UE no contexto do comércio eletrónico

«O presente Livro Verde examina o modo como o comércio  eletrónico e o mercado das  entregas estão a evoluir na Europa, recenseia aquilo que é considerado necessário para a criação de um mercado único das entregas, analisa os principais desafios para os diferentes intervenientes e salienta as oportunidades para melhorar o processo de entrega de encomendas  em benefício dos cidadãos e empresas, em especial as PME.

Com base na informação reunida no âmbito da consulta, a Comissão identificará de forma mais precisa as questões a resolver e apresentará conclusões, na primavera de 2013,  sobre o conjunto de medidas a adotar para  completar o mercado único para as encomendas.»

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Fonte: Lusa
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