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sites de comércio eletrónicoSe grande parte dos consumidores que fazem compras a partir da internet, fá-lo porque não quer abdicar do conforto do lar para comprar uma camisola ou o jantar, parece natural que também não queiram replicar as filas de espera das lojas físicas numa loja online.

No entanto, algumas marcas ainda não perceberam que assim é e podem estar a sabotar as suas próprias plataformas, de acordo com um estudo divulgado pela Google.

 

No guia “Micro-moments: Your Guide to Winning the Shift to Mobile”, a tecnológica norte-americana dá algumas pistas sobre os desejos e comportamentos dos consumidores mobile e de comércio electrónico.

Uma das estatísticas indica que 67% dos compradores através de smartphone irá mudar para um site concorrente caso o processo de checkout seja muito lento, para além de que um em cada três consumidores escolheu comprar um artigo de outra empresa por, naquele momento, fornecer as informações de que precisava.

 

Nesse sentido, o guia da Google aconselha as marcas a seguirem quatro pilares: estejam lá, sejam úteis, sejam rápidas e liguem os pontos.

No primeiro caso, o importante é garantir que a marca surge nos primeiros resultados de busca online e que tem soluções para todas as fases por que o consumidor passa até realizar a compra.

Consumidor-Activo compras onlineO segundo pilar diz respeito à necessidade de ter todas as informações úteis à mão dos utilizadores, bem como conteúdos inesperados como vídeos de tutoriais, por exemplo.

 

“Sejam rápidas” é um dos pontos mais importantes.

Aqui, o importante é que as marcas assegurem que as páginas não demoram a carregar e que os consumidores não sintam que falta ali um botão ou uma opção essencial que os faça andar às voltas na aplicação para conseguirem fazer o que desejam.Até porque não o farão.

Por fim, ligar os pontos significa que as marcas têm de utilizar as métricas adequadas para conhecer os seus consumidores.

A Google considera ainda importante que haja coesão dentro da própria empresa e que as equipas falem entre si para que todos os departamentos estejam ligados de modo fluído.

Fonte : http://marketeer.pt/2015/09/25/